Uma das várias questões polêmicas que sempre promovem discussão é o comportamento humano quando colocado em meio público, quando tem que viver em sociedade e dividir áreas comuns com diversas pessoas.
Os banheiros não fogem a essa regra. Pelo contrário, o banheiro utilizado por mais de uma pessoa em determinado ambiente é palco de situações diversas que merecem observações.
Após diversos comentários de muitas pessoas, segue, a seguir, um breve manual, uma espécie de ‘mandamentos’ resumidos para o ‘convívio harmônico’ dentro e fora desses ambientes.
1) Quando usar as ‘cabines’ para o famoso nº 1, tente levantar a tampa do vaso.
2) Se for complicado levantar a tampa, tudo bem. Tente ‘mirar’ e acertar a água.
3) Tente não acertar o chão que está em volta do vaso sanitário. Isso não é ‘frescura’.
4) Ao terminar, ‘balance’ o suficiente para eliminar o que ‘sobrou’, mas não precisa, com isso, molhar a válvula da descarga e/ou o chão.
5) Não dê descarga com os pés! Acredite, há casos de pessoas que, com o receio de tocar a válvula dá descarga, fazem ‘contorcionismo’ e usam os pés. Consequência: urina de terceiros misturada com a sua (justificativa para os itens 3 e 4) somada a toda a sujeira presente na sola dos calçados vão parar onde a sua mão deveria estar.
6) Não seja ecologicamente correto sempre. Dê descarga, por mais que vários litros de água sejam desperdiçados nessa operação. Muitas pessoas, pensando no meio ambiente, poupam a água e, com isso, deixam acumular a urina de vários colegas no vaso sanitário, que passa a conter um líquido alaranjado.
7) Poupando, ainda, a consciência ecológica: lave suas mãos! Não é crime e ninguém vai morrer de sede por aquele pouco de água que você gastará para lavar aquelas que podem ter sido contaminadas por germes citados nos itens 3, 4 e 5.
8) Seque suas mãos! Provavelmente haverá uma lixeira específica para descartar o papel utilizado. Treine sua habilidade no basquete mais uma vez.
9) Certifique-se de que fechou bem a torneira. A partir daí, o gasto de água entra na categoria de desperdício.
10) Se você optar pelo uso de mictórios, não tem desculpa: a quantidade de água utilizada na ‘descarga’ é bem menor, inversamente proporcional à área para ‘acertar o alvo’, que passa a ser bem maior.
Por fim, se achar que tudo isso é ‘frescura’, pense na situação: alguém foi ao banheiro, molhou o chão, deu descarga com os pés e saiu. Algum amigo vai ao mesmo banheiro, pisa naquela lagoa formada em volta do sanitário, dá descarga com as mãos e, ignorando a pia, sai do banheiro. Você é visto pelo caminho e, pela boa educação, é cumprimentado como de costume. Pronto! Você pegou, indiretamente, em ‘partes’ de terceiros, urina alheia e sujeira da sola de sapatos que podem ter passado por locais diversos. Depois de cumprimentar seu amigo, você pega seu lanche e vai tomar um café.
E, então, vale a pena continuar com o ‘unidos da urina alheia’?
ECA!
ResponderExcluirkkkkkkkkkkk... apesar de hilário, é pura verdade. Eu duvido que os machões, 'broncos' e fortes, gostem de banheiros sujos e fedidos. Em qualquer lugar, deveria prevalecer a higiene e a boa educação!
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